autocura na deficiência visual parte VIII + o ver consciente por alzer augusto

amigos do professor Alzer August:

estou a lançar a parte 08 da obra autocura na deficiência visual espero que, gostem! segue o texto e a palestra:

Alzer Augusto dos Santos

O ver consciente – a visão através das máquinas

pesquisa do autor sobre a possibilidade de se melhorar a visão
com auxílio de telas digitais

São Paulo – Julho-Fevereiro de 2018-2019

palestra em:

Introdução

A presente pesquisa foi inspirada na necessidade de se ver.
A visão faz falta sim, e esta é importantíssima para a qualidade de
vida do ser humano. Por isso, pensei nas máquinas como um computador
que, podem, e nessa pesquisa ficou evidente, que, nos ajudam e podem
melhorar nossa percepção (visualização), do meio externo.

do autor:

Alzer Augusto

O tratamento visual com um software necessita de parâmetros como, simulação do ver, isto é mostra-se uma imagem de cor por exemplo, amarelo ou verde e em seguida essa cor passa a biscar
e
o deficiente tem que acertar se está piscando ou não depois o tempo de piscar tem que ser acertado depois a mudança de cor com brilho ou sem o brilho
depois pode se inserir repartições na imagem com cores diferentes e sempre criando um ambiente de estimulação visual

Este ambiente de estimulação se relaciona com possibilidades de se atingir desde um menor grau de percepção (nulo), até um grau maior onde o contato com a visão existe com cores, brilho
e formação da imagem.

A vista como um todo necessita de estímulo, as precisa de cuidados com infecções e um programa para se reabilitar a visão precisa de descanso para os olhos como mudança de paisagens lentamente
e fixação de imagens que, sejam agradáveis ao cérebro como, cores leves com fundo e perspectiva. Isso, se relaciona com imagens sem tantos detalhes e que, sejam maiores que o padrão, sendo que, a imagem
em si só precisa ter o contorno com linhas mais largas e fundo escuro
A divisão em quadrantes que, podem ser iluminados mais ou menos dependendo da necessidade do leitor deficiente que, irá movimentá-lo , para o quadrante x ou y, e isso fará
a diferença pela cor por exemplo (um leve piscar com letra e cor por exemplo).

As opções de configuração do programa para se trabalhar a visão no sentido de se fazer uma sensibilização estão ligadas à idéia de símbolos de aumento de diminuição das figuras e de
agrupamentos de cores únicas e com sombra e sem sombra- além da possibilidade do controle por seta de movimentação do brilho (luz)isso, em um painel por setas e deslocamento pelas opções de figuras: quadrados
+ retângulos + círculos etc

com possibilidades de densidade de cores (mais ou menos fraco).

a movimentação é feita por circulação dessas formas pela tela principal e repetição das formas com cores diferentes por exemplo.
O uso de sons poderá ser regulado como alternativa inicial já que, estamos a trabalhar com visão e apenas uma brevve descrição após a exibição do conteúdo é possível para uma maior certeza do
que
se vê.
Ver é um insentivo mas, é uma segurança do que se vê mesmo que, inconscientemente se enxerga luz e sombra e imagens em seguida mesmo imagens mais apagadas.
Um conjunto de 10 formas e que, poderão ser combinadas de tamanho e posição natela, além de distância entre uma e outra orma sempre com breve descrição

Assi, se vai da maior com mais brilho até com o equivalente a letra 24 com cores bemdefinidas

uma progressão entre acertos de exercícios com percentual de acertos e erros será exibida e um formulário para a doença e seus atribultos como vê a distância melhor ou vê mais perto melhor
ect também será requesitada para uma simulação personalizada.

A combinação de cores é feita de forma a visualizar-se as cores básicas e fortes no sentido intensidade.
O aspecto do som está relacionado a avisos de erros e acertos e com caixas de descrição onde a certeza será conferida pelo usuário em sim.

Após certos obstáculos se toca um som reconfortante e emotivo e uma paisagem florida e bela é exibida.

As letras do programa para se melhorar a visão podem ser feitas em terceira dimensão, isto é impressas com papel brilhante e ampliadas em forma de relevo.

O relevo pode ser utilizado como leitura, mas nos referimos a letras em visualização na tela- onde essa leitura será feita pelos olhos (mente), e sua interpretação é realizada em moldes de ampliação,
mais brilho e dimensões com mais exposição visual.
A tela com luminosidade e frequência digital (em ondas), como telas eletrônicas podem ser vistas por olhos mesmo com nulidade visual.

As esperas, círculos e quadrados estarão passando nessa tela branca com movimentos retos e circulatórios e também com movimentos de cima para baixo e com extensões em suas imagens.
Por alguns segundos brilham e saem da
Sendo que, isso é feito para insentivar o buscar da imagem e sua conscientização.
O deficiente em questão, vê de forma inconsciente na maioria das vezes, mas pode ocorrer com a melhora do quadro psico-pedagógico dele, o deficiente, ver com cores que, agora fazem sentido
e foram treinadas e melhoradas com treino de imagem.tela

O programa para se melhorar a visão necessita de telas onde o brilho da mesma não venha a ferir os olhos do paciente, isto é, com baixa luz, preferencialmente, que, reproduzam a terceira
dimensão.
O sentido da visão quando capta luz atinge partes do cérebro que, estão dormentes e deve este programa ser orientado por especialista do paciente.
O software em si, une o som ambiente, por exemplo, sons de voz ou toques na tela ao gráfico emocional que, é obtido a partir de uma anállise prévia entre informações que, são transmitidas ao
configurador e a acertiva entre respostas e percentual utilizado, como: 1 porcento de acertos etc

uma estrela por exemplo, colorida ou com cor única é utilizada para ampliação e deslocamento com tempo ampliado na tela – paciente: vejo brilho se movimentnado para à esquerda.

— Acerca do menu do programa para se melhorar a visão, o básico está ligado à ausência de parâmetros para caracterizar a visão cega, como um todo na questão da entrada da luz.*
Neste trabalho pretendemos levar o pesquisador que, nos consulta a base 1 que, seria ausência de luz com material genético presente.
Neste caso o parâmetro é atingido por estímulos a serem empregados como, movimentos circuferenciais para cima e para baixo além de, em linhas retas lentas e rápidas.

Na relação entre algarismos 0 e 1, esses são convertidos em letras ou gráficos e com isso, os zeros (0) e 1, podem ser agrupados em raízes únicas de vários fatores entre si.
— O deslocar pela tela em noções de verticalização ou seja, curvas com biscar constanteentre segundos por exemplo são exemplos desse conceito.

— A necessidade de ver mesmo para cegos totais é verdadeira e exige programas que, insentivem a ação de enxergar, onde o estímulo por luz e o buscar da claridade irá produzir noções de
pequenos choques na retina e no olho como um todo.
O paciente não deve descartar cuidados como, limpar e não ferílos com substâncias (passar amão suja).
O ver é psicológico, mas necessitamos de vontade de buscar os piscos do computador enão apagar a tela por exemplo.

O conceito para um programa que, ajude a melhorar a visão, bem, falar de ver é dizer estimular, mas é mais que isso, é prever alterações na retina e na estrutura do olho onde os refléxos
do sentir-se vendo tem haver com personalidade, pois características de nosso psicológico se relacionam com o estar de fato vendo, e nos preparam para tal fenômeno– sendo esse acontecimento em nosso cérebro
capaz de ativar as partes em cegueira absoluta do olho (retina parte do cérebro).
Portanto, o programa tem que, prever alterações de entrada de luz como se estamos no verão ou baixa temperatura (pouca luz).

Após cada teste na vista como, colocarmos a mão para tentarmos perceber e olharmos para o ambiente afim de identificarmos os móveis por exemplo, devemos estar sempre com a limpeza e idratação
com
soro fisiológico.

Na relação entre objetos visuais que, serão apresentados no vídeo do computador, por exemplo, os menus poderão apresentar porcentagens da direita para à esquerda com aumento ou diminuição
do tamanho das peças como, cubos inclusive coloridos com controle do brilho e do piscar lateral ou frontal.

O menu com controles de tempo entre as passagens dos objetos, segundos, e com outras facilidades como, acrescentar sons em conjunto com o Nvda\Jaws, acrescnetando-se sons nas passagens
dos objetos e na largura e tamanho em volume como largura etc.

O congelamento de uma tela específica – por exemplo, uma foto do Facebook ou similar, onde a descrição já foi feita por esses sistemas e agora a foto é trabalhada pelo programa
para melhorar a visão com ângulos alterados para se ajudar nesse estímulo e com ampliação e deslocamento da imagem sendo a mesma interagindo com nosso programa.

Em relação ao menu, este contará com salvar – onde o arquivo das redes sociais, por exemplo, estará sendo salvo e visualizado posteriormente, em diversas dimensões para o estímulo ser completo,
como com música no fundo e movimentação direita esquerda, cima e baixo como uma dança do objeto que, será lenta mas, programada com movimentos de passos (desenho animado), (com movimentos triangulares).

O código que, deverá ser empregado no desenvolvimento de um programa para treino da visão, necessita de noções de imagem e movimento perceptíveis para com algarismos s ou n mas, fracionados
onde
o postar se relaciona com mecanismos subjetivos de análise do alcance da visáo.
Ver uma foto com brilho pode ser também assistir a uma transformação gradativa que, varia de pessoa a pessoa, sobre as vantagens de se estimular o enxergar consciente com luz e sombra, isso
já discutimos ao longo desse ensaio, mas a combinação de duas ou mais linguagens em um sistema para máquinas pcs (torres), (notebooks), onde o deficiente ne não descartar tela e esta possa gerar sensações
agradáveis
de imagem mesmo que, estas imagens sejam (piscar de luz), poderá ser desenvolvida em editores de imagemom de o som irá auxiliar esse deficiente ver conscientemente, aspectos de remanecência de memória
e percepção ocular.

— a percepção de um olho humano pode variar de grau de deficiência, mas a sensação de luz alcança um número significativo de pessoas deficientes visuais onde mecanismos de visualização
estão relacionados a membros presentes ou memórias remanecentes.
O tempo de treino diário deve variar mas, de 05 mn com pouco brilho até 15 mn onde o cuidado para uma não-fixação excessiva deve ser considerado.
O deficiente deve estar consciente sobre os cuidados com excessos em alguns casos prejudicial a visão, isto é a exposição mas, feita com tempo de espera maior para esse treino com o programa para
se melhorar a visão sendo cuidados com higiene e manutenção com medicamentos muito importante para essa plena visualização.
Conclusão

A visão pelas máquinas fica provada no instante que, utilizamos a
tela para um constante aperfeiçoamento de nossa capacidade de compreensão
do mundo externo.
Um programa para se ver deve ser pensado em moldes de realidade
eletrônica, mas de luz do ambiente também.
O ser humano é feito para ver e precisa da visão para o sentido
perceptivo funcionar melhor e sua qualidade de estar presente na
sociedade ser validado.
Por fim, ver é necessário e seu treino um estímulo constante e
consciente e possível pelas máquinas.

Bibiografia
01.
Autocura na deficiência visual parte I, II, III, IV, V, VI,Viii
do professor Alzer Augusto02.
Áudio-livro sobre a consciência visualde Alzer Augusto

Palestras: : no google digite: palestra alzer augusto

www.alzer4.com

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autocura na deficiência visual parte VII + sentir-se vendo por alzer augusto

Alzer Augusto dos Santos

Autocura na deficiência visual VII – Sentir-se vendo – um olhar para a vida

São Paulo sp Junho de 2018

A Deus, a minha mãe e irmãos.

Introdução

O sonho de estar vendo trouxe-me compreensão de vários processos psiquícos-orgânicos-sociais que, fazem parte de um todo universal e que, estou explicando nessa obra.
Esepro que, a ciência possa evoluir e a pedagogia possa explicar através da didática as noções de saúde que, vivemos e que, podem nos ajudar na superação de problemas graves como a falta de visão.
Por fim, espero que, estejam melhores após aleitura desse texto e que, a vida seja encarada como, responsabilidade mas, com alegria de estarmos aqui.

do autor

Índice

Cpítulo 01 O dia a dia da autocura

capítulo 02 a reabilitação

capítulo 03 a história da autocura na deficiência visual
capítulo 04 Os paralelos da autocura

capítulo 05 um olhar para a vida

capítulo 01 o dia a dia da autocura
O dia a dia para se alcançar a autocura está ligado à práticas saudáveis como, andar ao menos um pouco se exercitar, a beber sucos e gostar de se alimentar com verduras e legumes isto porque, o organismo bem estruturado no sentido de vitaminas naturais como, a luz do sol pela manhã e sonhar com vontade de vencer na vida.
O caminhar pela manhã nem que, seja na sala de casa seguindo uma direção homogênica durante 20 minutos e uns 15 pela tarde fará o organismo manter relativa forma e você, deficiente, poderá descansar ouvindo boas músicas como terapia diária isso, liberará emoções básicas de memórias passadas que, deverão ser trabalhadas com reflexões positivas de um aprendizado que, fez e lhe levará para um futuro melhor + ativo no sentido do ser psicológico.
Escrever poesias por exemplo ou simples reflexões são importantes para uma organização das idéias.

O cego vê com uma das formas mas sua , percepção do mundo a sua volta é visual!!
Isso porque, mesmo sem as cores o cego precisa da visão embora seu comportamento muitas vezes, seja por uma reflexão a visão.
Estudos demonstram que, os olhos continuam a enviar impulsos nervósos para o cérrebro mesmo quando apagados de luz e mesmo cegos que, não enxergaram quando menores desenvolvem conceitos e vocabulário de videntes (quem enxerga).

A consciência normalizada remte-nos a ações que, são feitas no cotidiano da pessoa deficiente para que, a mesma adquira olhos e feições de vida em sua expressão diária.
Tal expressão tem haver com noções de inclusão na sociedade, de normalidade adquirida – onde a vida se manifesta em cumprimentos saudáveis e reais.
O indivíduo deficiente deve ser deixado a agir natutalmente, mas seus hábitos indevidos, como agressões ou manifestações exageradas emotivas devem ser dousadas pelo coletivo.
A pessoa que, não vê se relaciona também pela visão e diz mesmo quando quer regeitar expressões de se ver, bem, diz o que, vê o que, está mesmo inconsciente.

A esperança de ver ou voltar a enxergar com olhos de vida, bem, deve ser cultivada em nossos corações desde cedo, mas é na fé do deficiente e sua família e vontade de acertar na mesma que, estará a vitória dessa difícil mas, não impossível jornada.
Os cegos podem ver pela mente e tato mas, é a visão das cores a mais completa sensação que, poderemos readquir e jornada de cuidados e dedicação positiva.
Não se afastar das orações e do bem-estar comum para todos são lições básicas para essa conquista!!

A vontade de ver poderá ocasionar em sentimentos de vida e de realização pois, quando queremos voltar a enxergar praticamos e devemos fazer dessa forma, ou seja, lutarmos pela determinação na vida- não devemos lutar contra nós mesmos, mas nos enxergarmos com nossos defeitos e também boas características.
Na realização de um jovem ou pessoa mais velha – muitas vezes, a visão não é tão importante aos menos, na afirmação dessa pessoa ou grupo, mas querer ver é base para uma boa saúde mental inclusive mas, saber que, na vida existe compensações e fundamental ara essa realização.
A determinação em melhorar de uma deficiência tão drastica como
a visual dependerá sobretudo, de esforços psicológicosde afirmação de si
e da família envolvida. Esses esforços se relacionam com cooperação e
coragem para enxegar no final do túnel uma saída- desse agora labirinto
que, o cego entrou e sua família é base para esse resgate.

capítlo 02 a reabilitação

Na reabilitação como efeito social, destacamos a questão da qualidade prática da mesma sendo que, preservar a consciência do deficiente é base desse trabalho de autocura.
O profissional que, irá lhe dar com autocura precisa se esforçar pela imparcialidade científica e não seder a pressões de outros grupos que, não são habilitados no sentido da opção de escolha do deficiente pelo seu caminho na vida.
É claro que, a família deve ser uvida mas, conscientizá-la sobre o papel da reabilitação é base para um sucesso da autocura.

A autocura é possível com participação de todos que, envolvem a vida do deficiente.
É com pequenas iniciativas no dia a dia que, não parecem com autucura (aparentemente), que o deficiente se enche de vontade de melhorar.
Tratá-lo bem, com atenção e respeito são medidas simples que, a sociedade como um todo pode ter para garantir uma reabilitação social, mas também psicológica e pedagógica pois, é através do aprendizasdo das letras e do vocabulário normal – padrão em uma sociedade, para uma vida plena de vida e vontade de vencer.
Saber competir mesmo em situações de inclusão como, boas notas na escola (sem colar), e sem favores de professores especializados é um bom começo mas, saber perder e reconstruir-se é difícil para qualquer indivíduo quanto mais para um deficiente mas, é preciso saber perder e não se tornar um perdedor mas, um superador das dificuldades da vida.

capítulo 03 a história da autocura
A história da autocura na deficiência visual que, estou a escrever vem da experiência desde pequeno que, tive com a deficiência visual pois, educar-se para uma defici^^encia pode ser ensinada pela família, por educadores sem especialização em cegos e por programas de de T. V.\rádio que, falem do tema da cegueira sem receio de atigirem instituições que, quase sempre fogem da responsabilidade de educarem o grande
público.
A convivência em áreas verdes (matas), no interior paulista me fez entender a importância de se usar um pedaço de árvore (pequeno pgalho), para tocar o solo no sentido de identificar cobras por exemplo e isso, mas o senso de observação do tempo, das estrelas e da luz trazem-me até hoje, a idéia de locomoção e visualização espacial.
Vendo claro com pequenos focos de luz ampliada nos dois olhos.

A história é como um ciclo construído pela humanidade, mas o que, não sabíamos é que, a universalidade também interfere em nossos designos fazendo-nos mais capazes e seres mais completos a cada lágrima de esperança em nós e em vida abundante em nossos corações.
Isto é, a noção de que, estamos sós pode estar equivocada e ser uma armadilha para os descrentes.
O Homem tem sua vitalidade voltada para uma maior dedicação ao próprio Homem, bastando que, o ser da vida esteja em nós e seja próspero e orgulhosos de ser ser.

A autocura nada mais é do que, essa afirmação de que,o Homem é capaz de se transformar em vida e pode provocar reações de cura de partes de seu corpo afetado.
Os Homens do passado já experimentaram em culturas como a brasileira anterior à colonização- bem, essas culturas demonstram crenças a natureza e suas qualidades.
O que a autocura pretende é uma união entre ciência e conhecimentos das matas, da vida como um todo com respeito e paz.
A vida demonstra ser possível encontrarmos uma harmonia em nossa sociedade global e isso, passa pela aceitação do próximo e a criação de um vínculo entre as famílias da terra ok!

Isto significa que, a vida depende de uma participação de todos na resolução e para tanto precisamos participar e fazer a diferença nos dedicando ao próximo como a nós mesmos.

A humildade na vida é enxegarmos a verdade mesmo quando esta nos faz mau, pois o quere-s bem é ver os sentidos como amigos e nos acariciar mentalmente, e também querer a luz – procurar a luz e faz de cada dia um aprendizado feliz para novas descobertas, como o agir bem com os outros, o não destruir vidas e não poluir o mundo – inclusive com idéias errônias de igualdade pois, a diversidade é valiósa e rica em momentos de crescimento coletivo de uma sociedade.
O sonho e seu descanso é base para uma autocura bem sucedida, mas não exagerar com excessos de medicamentos sem levarmos em conta a emoção da pessoa que, necessita de se curar e sua enorme disposição ecresnça (fé no outro), e em si para um aliviar do sofrimento.
isto significa que, o alívio das emoções tem que, ser feita mais natural possível e não colocarmos a vida em risco e condicionamentos radicais.
O amor constrirá mecanismos únicos de crescimento da mente e do coração fazendo com que, tenhamos vida em abundância mesmo em abandonos psiquícos como um todo.

A beleza da vida é viver, amar o próximo e a noção de existência faz sentido com o descobrir o belo em nós e em quem amamos – de preferência ao ser que te roceia, seus pais e seus irmãos ok!

A paixão é bela, pois compreendê-la nos faz melhor como seres neste planeta.
A descoberta de um amor faz-nos crescer como vida abundante e crescer – bem, descobrir as mãos sobre a outra parte é tão lindo e não destruir-nos por isso, e poder tocar nosso coração com essa linda experiência trás também visão, saúde e bem-estar por conta da alegria que, sentimos!!

Quero te amar! — mais que um beijo na face!
Um sonho de século no coração!
Quando te vejo, meu olhar quer te saciar e te acariciar esó!!

capítulo 04 os paralelos na autocura Os paralélos entre a deficiência visual e a autocura estão traçados pela ausência de plataformas que, possam discutir melhor esse tema.
Nesse trabalho o autor discuti a relação da psicologia, hoje, e a força do estar-bem mesmo em situações adversas e que, colaboram para questões de associação entre medicina convencional e a não por exemplo a oriental.
A vida quer dizer células e também almas a estrutura lógica faz parte de um todo universal e mais definitivo ao longo do tempo da história do Homem na Terra.

O viver em sociedade é base para uma evolução humana, isso jjé sabemos, mas que, os conflitos diários, muitas vezes, são impulsionadores para essa partida rumo ao futuro.
O Homem de 30 anos atrás, sonhava com um mundo sem conflitos nucleares – a vida evoluiu e hoje, queremos limpeza urgente de nossos oceanos, a não-destruiçãodas florestase um caminhar mais seguro sem violência em nossas cidades – lgo que, alcançaremos até o final do século provavelmente.
Isto é, a evolução em nossas vidas.
Imaginem após esse período, quando necessitaremos explrarmos o espaço e a vida na Terra não será mais a mesma após as descobertas da humanidade em outros espaços.

A sociedade e sua missão de educar o deficiente tem sua evolução desde tempos antigos.
Jesus Cristo fez um trabalho também social alertando as futuras gerações sobre a necessidade do cuidar do carente – primeiro inclusivista.
A idéia que, a vida perde seu sentido sem a visão pode ser explicada pela ausência de luz, mas o calor do sol produz sensações indispensáveis para nosso cérebro como um todo.
Ver depende também de outros sentidos, mas seu desenvolvimento passa por ações de confiança em nós de que, podemos enxergar e isso, é possível mesmo em quem nunca viu.
A explicação de um captar de luz ou sombra está relacionado aos olhos com vida e estes não devem ser retiados quando poderão nos orientar em futuras caminhadas.
Os obstáculos podem ser vistos por cegos totais pois, a percepção visual mesmo de falta extrema de luz produz sensações visuais suficentes para uma orientação espacial.

capítulo 05 um olhar para a vida

O olhar para a vida se relaciona com a preocupação que, as pessoas tem no sentido da noção de mundo que, vivemos e onde construímos psicologia humana e fazemos desta um papel de vida – sim do acreditar no próximo que, somos nós mesmos e que, somos autores e queremos transformar essa sociedade e que, sonhamos e colocamos em prática nossos sonhos quando temos oportunidade e precisamos nos ajudar mais e melhor.
O coração humanao é rico sim de bons sentimentos mas, nos parece que, se perdem esses sentimentos, os bons, com o tempo que, ficamos na terra e sofremos com estes infortúneos do viver.

O mais certo em vivências com a autocura é partirmos do princípio do reagir, sabem, a reação ao desconhecido que, é a deficiência.
Sabr combater a doença e o mal que esta nos causa é fundamental par o novo ser que, se formará – novas raízes para um tronco único e inserparável da terra ou melho rdo Mundo!!
Assistirmos T. V. e procurar formar a idéia em nossa retina mesmo com alguns segundos de atraso é um começo importantíssimo para deixarmos de lado o medo de voltarmos a ver ou simplesmente, vermos.
Em alguns momentos, pensamos que, está tudo mal, que, estamos ruins de verdade da saúde, mas esta, a saúde depende sobretudo, de nós esmos para vencermos estes obstáculos digamos, psicológicos que, nos pertubam e trazem desenganos e sofrimentos.
Querermos vencer o trauma que, nnos acomete.
que, o deixamos pretende nos agravar – nos destruir e fundamental para um ser vivo com plena consciência e vontade de crescer sem
O sonho é muito importante e ele é diferente em cada pessoa e no deficiente varia em cada indivíduo, sendo as impressões dos sentidos a forma mais usuao de inconsciência durante o sono.
As interferências diárias marcam nosso inconsciente e mesmo deficientes de nascência têm suas impressões no sono.

O acreditar no ver deve ser cultivado desde pequeno com saídas do inconsciente coletivo do deficiente onde, o mesmo, se fecha em áreas coletivas de verbalização excludente inclusive com reforço de instituições – muitas vezes cegas para a realidade de se fazer igual aos demais não-deficientes.
O veer inconsciente mesmo para que, nunca viu é base desse trabalho ppois, não ver não significa não enxergar e não enxergar não é não ver ok!

Vida mais feliz

Nossa existência é feita por autos e baixos e sua compreensão deve ser feita pelo paradigma correta participação ou seja equilíbrio em sociedade.
Muitas vezes, nos enganamos com contenções emocionais – àquela que, fazemos em público e em nossas moradas – devemos nos conter mas, sermos sinceros com os outros também é importante – fazendo a diferença em noções de personalidade transparente e límpida .

A humanidade desde os primódios tem visto de maneira diferenciada essa questão da inclusão de deficientes sendo que, alguns povos criaram mitos deficientes em suas culturas e até hoje, continuamos a criar idéias de que, ao incluirmos estamos fazendo algo quase sobrenatural quando queremos colocar pessoas deficientes em postos de importância estratégica para a sociedade em questão. Isto, está relacionado ao caráter de cada um de nós, pois inconscientemente, criamos a idéias da fragilidade, do não-aucansável e do impossível para uns.
Pensar a deficiência é adquirir princípios importantes sobre vida e aparência da mesma, onde o ser humano é um vivente com possibilidades várias como, o educar de deficientes quer e deseja fazer: cirar pessoas bem reabilitadas a fim de melhor compreensão do mundo e transformação do mesmo para um habitart de equiliíbrio e harmonia.

Neste caminho de apredizado sobre a vida- sinceramente, estou a
desenvolver-me sobre a noção de segurança psicológica que, é base de
tudo que, pretendemos conquistar neste planeta.

Como vivente masculino tenho entendido cada vez mais a idéia do amor
fraternal – àquele que acalma e nos acolhe e mais que isso, expulsa
medos e angústias.

Para exemplificarmos a autocura no dia a dia na sociedade – ireimos falar do cego que, vê pouco ou quase nada, mas consegue reflexos de movimentos corporais e de outros objetos. Esse cego tem noções de sons e sensações de calor e também de visão, pois o sentir-se vendo é um acúmulo de memórias que, se são extraídas conforme o tempo mental da pessoa com deficiência como um todo.
O caminho para a autocura passa pela noção de tempo e espaço e suaca caracterização é ligada à vida subjetiva, mas também as idéias retidas durante o aprendizado escolar por exemplo.
Ver-se é uma prática de toque e de visualização e faz sentido no se educar de energias psíco-mentais .
Falamos da eletricidade do cérebro e do corpo em geral– às vezes nos vemos em sonhos e podemos entender nosso cérebro mesmo sem olharmos para um exterior, inclusive acordados.

Os sentimentos que, desenvolvemos durante a vivência na deficiência visual – muitas vezes, nos fazem mal – principalmente, quando esperamos ajuda u boa-convivência com outros deficientes ou pessoas da comunidade que, epseram no deficiente comportamentos típicos nessa fase da vida.
Os cegos podem ser comuns e adotarem idéias de naturalidade na sociedade, mas necessitarão de educação melhor qualificada onde as ciências devem ser ensinadas sempre que, possível com idéias inclusivas como, a divulgação de intelectuais cegos por exemplo e suas idéias.
A visão interior é um refúgio para uma maioria de cegos que, dizem felizes mesmo sem os olhos – mas pro que não deixam o rancor ou o excesso de humor:
— na realidade a visão faz falta para os cegos eles são instruídos psiquicamente – a não pensarem nos olhos saudáveis, o que entendemos ser um engano pois, saber a realidade da vista é um lado onde temos que, saber que, os cientistas ainda não conhecem toda a real do universo e seu processo natural de autocura onde os médicos estudam algo já milenar nas culturas antigas.
O Universo ajuda a quem se ajuda e faz da autocura uma transparência para sonhos e desejos verdadeiros.

A recuperação visual dependerá sobretudo, de uma combinação social, nutricional e de bom psicológico incluindo o sono e os exercícios para mente e saúde do corpo, mas também de um ligar-se no Mundo, um acreditar na vida e um sonhar com belezas e luz.

Em minha prática na autocura da deficiência visual, já consolidada
pois, veja o amarelo que, entra em minha sala quando é manhã por exemplo
e isso é lindo e prazeroso!!

O processo de melhora da visão passa por aceitação da perda para um ganho, mas passará também da colaboração psicológica da mãe ou do pai caso não tenha aprimeira.
Essa colaboração psicológica tem necessidade de exisitr devido o coração da criança que, é ligado mentalmente, aos pais ou cuidadores também ok!

— dizer que te amo ou falar de amizade entre irmãos é necessário!!

— lavar o solhos, fornecer alimentos com vitamina A, e nos existar pela manhã com doses baixas de irradiação do sol incuisve na visualização são eelementos básicos para esse processo de recuperaçã como um todo da visão, mas sempre com equilíbrio e bom-senso ok!

O amor é uma bela pluma que, adoramos ao dizer o que, sentimos!

Bibliografia

para as obras e vida de alzer devem ir em:
https://drive.google.com/folderview?id=0BzTLciaRdNErcGJjLTFsWEFCQlU&usp=sharing

bidvb e blog da autocura em: www.bidvb.com.br

viva a Primavera

olá!

Que na Primavera, o amor prevaleça em tua vida!
— o mais difícil, muitas vezes, é encontrarmos o caminho para nossas vidas, mas o amor pela mesma e a noção de paz faz diferença em nossos atos e manifestações, pois aprendemos desde cedo a gostar de viver, gostar do querer-se bem e amar o sonho que, almejamos mesmo que, este esteja distante no tempo e razão.
O construir do Homem passa pelo acreditar no mesmo e em sua dignidade que, passa longe de inverdades e sim é o agir pelo “clarear”, de nossos sentimentos e fim de nossas amarguras. .

Por isso, sinta as flores\árvores e perceba como trazem vida e sonhos positivos pois, limpam a natureza dos perigos de nosso egoísmo.

viva a Primavera!!

Alzer Augusto dos Santos

no google: “alzer augusto”

ou alzer4

alzer4@uol.com.br

diferença que não possuímos por alzer augusto

A diversidade e os conflitos humanos atuais

por Alzer Augusto dos santos

Na europa como no Brsil os conflitos humanos com relação a diversidade são evidentes e necessários. No brsil, a questão de ser pobre ainda hoje, mexe com a emoção popular sendo que, vivemos um clima de enxergarmos que, a esquerda brasileira dos governos passados, bem, essa esquerda que, diz ter feito mudanças em nossa sociedade na realidade deixou o povo individado e com dinheiro podre o que, é pior.
Mas existem candidatos que, dizem que, irão perdoar as dívidaso que é no mínimo enganar o povo com “cara dura”.
O melhor é mesmo confiarmos em que quem tem possui experiência evivência em administração.
A diversidade não faz mal, e sim ajuda a entendermos que, a vida neste mundo precisa continuar a evoluir e necessitamos não sermos egoístas pois, se vemos e não queremos enxergar sofrremos de cegueira na vida e as sociedades pagão por não enxergarem a beleza do “cruzar”, com culturas diversas pois, a beleza desse existir é amarmos mesmo quando o parceiro possui o que não possuímos, a diferença.

no google: “alzer augusto”